Já não se trata apenas dos buracos deixados pela Águas de Matão, mas da ineficácia da fiscalização por parte da Prefeitura de Matão, por meio da Secretaria de Concessões Públicas, criada justamente para essa finalidade.
A pasta contará com um orçamento superior a R$ 3,3 milhões no próximo ano, mas, até o momento, não demonstrou qualquer eficácia na fiscalização dos serviços prestados pela Águas de Matão. Pelo contrário: mesmo com a criação de mais uma secretaria, a qualidade dos serviços prestados pela concessionária piorou.
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