Assunto é o mais comentado na cidade de Ribeirão Preto, podendo ser o caso de maior escândalo em fraudes na cidade.
Deflagrada em 1º de setembro, a Operação Sevandija prendeu 11 pessoas – entre elas Santos e o ex-secretário de Educação, Ângelo Invernizzi Lopes – por suspeita de participação em esquema de fraude em contratos de licitações de R$ 203 milhões na Prefeitura de Ribeirão Preto – SP.
Outras 17 mandados de condução coercitiva e 48 de busca e apreensão foram cumpridos. Agentes da PF realizaram buscas na casa da prefeita Dárcy Vera (PSD) e informaram que as denúncias contra ela são investigadas pela Procuradoria Geral do Estado de São Paulo.
Nesta segunda-feira (17), o então Diretor do Aegea, Jorge Carlos Amin, que administra a concessionária Águas de Matão, entre várias outras espalhados por todo Brasil, foi preso preventivamente por suspeita de fraude em licitação na cidade de Ribeirão Preto. O Aegea venceu a licitação para a troca da rede de água de Ribeirão Preto, no valor de 80 milhões de reais.
Jorge Carlos Amin integra o Comitê de Avaliação de Projetos da Aegea Saneamentos, que também é investigada por suspeita de fazer pagamentos às empresas ligadas a Luiz Alberto Mantilla Rodrigues Netto, preso em 1º de setembro.
Amim cumprirá prisão preventiva a pedido do Ministério Público no Centro de Detenção Provisória de Ribeirão Preto.
Vale deixar claro que a prisão de Jorge Carlos Amin, não tem ligação com a concessão da água em Matão por 30 anos para a empresa Águas de Matão, e nem com o aumento de mais de 800% no valor da conta dos usuários.
Outras duas pessoas também foram presas nesta segunda-feira. Eles são o ex-superintendente da Companhia de Desenvolvimento de Ribeirão Preto (Coderp) David Mansur Cury e o ex-secretário da Casa Civil de Ribeirão Preto (SP) Layr Luchesi Junior.
Organograma funcional da Aegea:









