Segundo a primeira versão do acidente que envolveu um VW/Fusca e um ônibus de turismo na noite de domingo (28) na SP 255, e que matou 4 pessoas, relatada pela Polícia Rodoviária, o motorista teria dito que o veículo estava parado na faixa de rolamento por falta de combustível. O motorista do ônibus não teria visto o veículo não tendo tempo se quer para acionar os freios.
Na segunda-feira (29) parentes do Cleibson Araújo, 25 anos,, motorista do fusca, relataram que no hospital a versão contata a eles é totalmente diferente. Segundo um dos familiares, Cleibson teria dito no quarto do hospital, que não estava parado na rodovia e sua velocidade era compatível com o local. Afirma ainda que não estava com o farol desligado e que o motorista do ônibus sinalizou com ”luz alta” e bateu na traseira do fusca em seguida.
”Ele disse que a gasolina estava para acabar, mas que dava tempo de chegar em casa”, disse a cunhada do motorista Mara Cristina Cassimiro.
Essa versão é diferente do que relatou o motorista do ônibus, que de acordo com a Polícia Rodoviária, o fusca estaria parado na rodovia em com os faróis apagados.
O capitão da Polícia Rodoviária Francisco Pane Neto afirma que os dois motoristas foram ouvidos no dia do acidente. “O disco do tacógrafo do ônibus foi periciado ontem no local e temos uma velocidade de 80 km/h, não se verificava marca de frenagem, o que corroborava com a versão do motorista do ônibus de que ele não teve tempo de acionar os freios e arrastou o Fusca. Essas minúcias sobre a ocorrência só vão ser fechadas com a conclusão dos trabalhos periciais”, afirmou o capitão em entrevista a EPTV.
O resultado da perícia deve sair em 30 dias e revelará as causas do acidente.
As 3 vítimas que sobreviveram ao acidente continuam internadas.
Saiba mais:
Quatro pessoas morrem em acidente com carro que sofreu pane mecânica atingido por ônibus de turismo
Lista com os mortos e sobreviventes do acidente entre fusca e ônibus em Araraquara
Portal Fala Matão – A notícia que Matão confia!











