Após 10 dias de paralizações dos caminhoneiros, a falta de combustíveis nos postos começam a ser normalizadas nesta quarta-feira (30) em Matão e em diversas outras cidades da região. Grande parte dos postos tem algum tipo de combustível.
Confira como está a situação em alguns postos em Matão:
• Alameda 1 (Vila Pereira) – somente gasolina – R$ 4,49*
• Alameda 2 (Vila Santa Cruz) – gasolina e álcool*
• Posto Taurus (São José) – gasolina – R$ 4,99; álcool R$ 2,79; diesel R$ 3,59*
• Auto Posto Taurus (IV Centenário) – gasolina e álcool*
• Posto Modelo (W.L) – gasolina R$ 4,99; álcool R$ 2,99*
• Posto Barra Limpa (W.L) – diesel R$ 3,69*
• Auto Posto 21 (Rua São Lourenço) – não tem combustível*
• Auto Posto Estrela (São Lourenço) – não tem combustível*
• Auto Posto Malibu (Rua Prudente de Moraes ) – não tem combustível*
• Auto Posto Cambuí (W.L) – gasolina e etanol
• Auto Posto Benassi – somente atendendo viaturas*
• Auto Posto Imperador – apenas gasolina – R$ 4,49*
*O estoque e valores dos combustíveis podem sofrer alterações a qualquer momento. Caso algum proprietário de posto quiser atualizar a inforamção basta entrar em contato por mensagem pelo WhatsApp do Fala Matão (16) 9 9993-9237.
PROCON
O PROCON de Matão está recebendo diversas reclamações sobre a alta dos preços nos combustíveis. Outra reclamação registrada no Procon é a recusa de um posto de combustíveis, localizado na Avenida São Paulo, no Jardim do Bosque, em vender combustível automotivo em galões, mesmo ele sendo certificado pela ANVISA. Por lei, postos que se recusam a vender combustível, nessa situação, estão diferenciando pra qual consumidor ele quer vender, o que não é permitido por lei, cabendo autuação do PROCON e registro de boletim de ocorrência na Polícia Militar. Denuncias podem ser feitas pelo site: www.procon.sp.gov.br
Procurado pela reportagem do Fala Matão o coordenador do PROCON, Dr. Marcos Ignácio, diz que a prática da recusa da venda do combustível, neste caso, é arbitrária, cabendo punições ao posto de combustíveis que está praticando o abuso. Em específico, neste posto alvo da denúncia, haverá uma fiscalização no local e, ficando constatado o abuso, serão tomadas providências dentro da lei.
Empresas
Outro setor afetado com as paralizações é o da indústria. Em Matão-SP, as empresas Marchesan e Baldan voltam a trabalhar somente na quarta-feira (6). A empresa Mauser estará paralisada até sexta-feira (01).
Greve dos petroleiros
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou, via redes sociais, que a greve da categoria começou nos primeiros minutos desta quarta-feira (30) apesar de o Tribunal Superior do Trabalho (TST) ter considerado o movimento ilegal na véspera. “Não vamos arregar para a Justiça do Trabalho”, disse o coordenador geral da FUP, José Maria Rangel, em vídeo distribuído pela entidade. “A greve está mantida.”
Comunicado da FUP publicado pouco depois da 1h relata que os funcionários “não entraram para trabalhar” em oito refinarias de São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Amazonas, Pernambuco. Também há paralisação, segundo a entidade, nos terminais de Suape (PE) e Paranaguá (PR).
Os petroleiros decidiram parar as atividades por 72 horas em solidariedade ao movimento dos caminhoneiros e para pedir a destituição de Pedro Parente do comando da estatal, entre outras reivindicações.
O TST tomou a decisão de declarar ilegal a greve por causa de sua “natureza político-ideológica”. O tribunal estipulou multa de R$ 500 mil em caso de descumprimento da ordem.
Os petroleiros decidiram parar as atividades por 72 horas em solidariedade ao movimento dos caminhoneiros.
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