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Atleta de Matão, jogador da Chapecoense, morre em acidente de avião

Canela cresceu no Jardim Italia, em Matão, onde mora sua família até os dias de hoje. Ele estava na delegação da Chapecoense, onde disputaria a final da Copa Sul-Americana.

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O atleta matonense, Ailton Cesar Junior Alves da Silva, conhecido como ”Ailton Canela”, morreu em acidente de avião na Colombia.

Canelinha era jogador do time Chapecoense e estava junto com a delegação do time, rumo a Medellín, local do primeiro jogo da decisão da Copa Sul-Americana. O avião desapareceu do radar e sofreu um acidente em Cerro Gordo, nas cercanias da cidade de La Unión, na madrugada desta terça-feira (29). No voo estavam 81 pessoas, incluindo 72 passageiros e nove tripulantes. 

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Ailton Canelinha passou pelo projeto ”Bom de Bola Bom na Escola eFundação Fanrtik, ambos projetos em Matão. Passou, como profissionall, pelo Inter de Bebedouro, Monte Azul, Botafogo de Ribeirão Preto, Cianorte, Vitória-ES e atualmente no Chapecoense. No Chapecoense, o jogador de Matão, era conhecido com o Juninho. 

O jogador descobriu o talento no futebol quando participou no projeto ”Bom de Bola Bom na Escola”, em Matão.

Imagem abaixo, mostra total destruição do avião que levava a delegação do Chapecoense.

Acidente

As autoridades colombianas confirmaram a morte de 75 pessoas no acidente aéreo com a delegação da Chapecoense na madrugada desta terça-feira (29), na cidade de La Unión, próximo a Medellín, na Colômbia.

De acordo com a Aeronáutica Civil da Colômbia, seis pessoas foram resgatadas com vida do acidente, sendo três jogadores da Chapecoense: o lateral esquerdo Alan Ruschel, o zagueiro Neto e o goleiro Danilo. As informações são de hospitais da região e de familiares dos jogadores, como a irmã de Alan. O goleiro Danilo, não resistiu aos ferimentos e, também veio a falecer.

“Estamos trabalhando também para resgatar os corpos dos mortos e entregar às suas famílias. Conseguimos resgatar cinco pessoas com vida. Quando amanhecer, vamos retirar os corpos e iniciar o processo para enviar ao país de origem das pessoas. O procedimento do resgate de corpos estará a cargo da polícia”, disse Ossa.

“Socorristas trazem a informação deste lugar de muito difícil acesso. Estou fazendo a coordenação dos transladados dos corpos e chamando a polícia legal. São quase cinco da manhã. Vamos trabalhar toda a noite. Expressamos nossa solidariedade às famílias, estamos de luto. Algumas vítimas têm diferentes nacionalidades. Prestamos solidariedade total. Lamento muito, estamos solidários. É muito duro. Não cabe tanta gente que está querendo trabalhar nos resgastes. Não cabe mais ambulância, mais carros. Temos que valorizar o trabalho de toda essa gente”, disse Zuluaga.

O presidente do Atlético Nacional destacou solidariedade à Chapecoense à Telemedellín, TV colombiana. “Estamos falando com todos os departamentos administrativos e de crise que temos para ajudar e estamos trabalhando junto aos orgãos de socorro. No momento podemos nos solidarizar. Desejamos o melhor. Creio que não temos cabeça no momento (para falar de jogo)”, comentou.

No voo estavam 81 pessoas, incluindo 72 passageiros e nove tripulantes. No total, eram 48 membros da Chapecoense, incluindo 22 jogadores, 21 jornalistas e três convidados, além da tripulação. O modelo do avião é o Avro Regional Jet 85, também conhecido como Jumbolino, de matrícula CP-2933, produzido pela British Aerospace. O avião tem lugar para 95 pessoas.

Alguns atletas da Chapecoense não viajaram com a delegação. A lista inclui os seguintes jogadores: Neném, Demerson, Marcelo Boeck, Andrei, Hyoran, Martinuccio, Nivaldo e Rafael Lima. Eles não vinham sendo utilizados pelo treinador Caio Júnior. 

Na lista de convidados da Chapecoense para a viagem à Colômbia, o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, não estava no voo. Outros dois membros da delegação, Rodrigo Ernesto e Pablo Castro, também não estavam com o restante da equipe. Ambos cuidam da logística do time, chegaram antes a Medellín e estavam no aeroporto para o receptivo.

fonte acidente: Uol

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