A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Americana (SP), cidade de uma das vítimas, prendeu na manhã desta terça-feira (18) dois irmãos gêmeos, de 26 anos, por suspeita de pedofilia. As prisões ocorreram nos municípios de Matão (SP) e Guarulhos (SP).
A polícia chegou até eles após denúncia dos pais do menino de 10 anos que mora em Americana.
As investigações começaram a cerca de 15 dias. Policiais da DIG foram procurados pelos pais do menino, depois de descobrirem que o filho estava recebendo mensagens pelo Facebook e whastapp com conotação sexual, além de imagem de imagens de pornografia infantil.
”Ele (filho) começou apresentar um comportamento estranho, não deixava pegar seu celular.Percebemos que havia algo errado e descobrimos que ele estava recebendo várias mensagens de conotação sexual via whatsapp”, declarou o pai do garoto, um policial militar de 36 anos.
Segundo ele, o primeiro contato do suspeito foi pelo facebook. ”Ele adicionou meu e por de um mês,ficou conversando, ganhando sua confiança, mas nada com conotação sexual. Até que um dia pediu o número do seu celular para conversarem via whatsapp e começou a enviar fotos de pornografia infantil”, contou.
Os policiais chegaram até os suspeitos depois de monitorarem o whastapp e facebook da criança. ” Um deles se identificava como Sidnei, nome falso. E o outro, se apresentava com o nome verdadeiro”, afirmou um dos investigadores do caso.
Segundo a polícia, os irmãos aliciavam garotos menores de 18 anos pelas redes sociais e mantinham grupos de trocas de imagens sexuais por aplicativo de celular. ” Um deles pretendia criar um outro grupo no whatsapp só com garotos de 18 anos”, acrescentou o investigador.
Diante de todo material extraído das redes sociais de um deles, o delegado Antônio Donizete Braga, instaurou inquérito policial e solicitou mandados de busca e apreensão, bem como a prisão temporária dos irmãos.
Prisão
Os gêmeos na madrugada de terça-feira. Um deles, C.P.A – que se identificava nas redes sociais como Sidnei, foi preso em Guarulhos. Ele morava com mãe. Na casa, policiais apreenderam um notebook, celulares e um tablet. O outro, morava em Matão com a madastra. Ambos estão desempregados e não tempassagem pela polícia.
Segundo a polícia, o suspeito que se identificava como Sidnei, tentou despistar os investigadores, dizendo que o celular não era deles. Depois acabou confessando que o aparelho lhe pertencia, mas que as imagens no equipamento foram mandadas por terceiros.
”Percebemos que ele [filho] sentiu uma sensação de alívio quando descobrimos o crime. Ao mesmo tempo que tinha uma curiosidade, ele sabia que era errado”, afirmou o pai do garoto.
Os dois tiveram a prisão decretada, por pornografia infantil. Um deles, também seria autuado em flagrante por armazenar vários vídeos com conotação sexualenvolvendo crianças e adultos. Elespodem pegar atéoito anos de prisão. Com a apreensão dos celulares, os investigadores pretendem chegar a outras vítimas. foram ouvidos e depois levados para a cadeia.
fonte: Liberal











